Rosso queria culpar Agnelo pelo matagal no DF.

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O novo governo do DF descobriu um documento revelador do ex-governador Rogério Rosso, de 29 de outubro (último dia útil antes do segundo turno), quando já era dada como certa a derrota de sua candidata Weslian Roriz: no ofício, ele dispensou empresas que faziam poda de árvores e corte de grama. A idéia seria atribuir o aspecto maltratado de Brasília ao “desleixo” do governo Agnelo Queiroz (PT).Faltou combinar com as chuvas: foram tão intensas, em novembro e dezembro, que anteciparam o matagal que invadiu as ruas do DF.

Confirmada a eleição de Agnelo Queiroz para o governador, o ofício de Rosso chegou às empresas em 2 de novembro, inaugurando o caos.
No ofício suspendendo os contratos para poda de árvores e corte de grama em todo DF, Rosso alegou uma lorota: “falta de recursos”.

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