Saúde registra 228 casos de caxumba em moradores de Ceilândia desde janeiro

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Foram registrados mais 145
casos de caxumba em moradores de Brasília. Os dados estão no Boletim Epidemiológico nº 6, divulgado nesta terça-feira
(2) pela Secretaria de Saúde. De acordo com
o documento, os casos somam, desde janeiro, 1.158, com ocorrências em 1.181
residentes locais e 32 de outras unidades federativas, que deram entrada na
rede pública brasiliense.

Os homens representam a
maioria dos afetados (697). Os adultos, pessoas de 20 a 49 anos, também são os
que mais contraíram a doença — 534 casos. Entre as regiões administrativas mais
atingidas destacam-se Ceilândia (228), Taguatinga (139) e São Sebastião (113).

As maiores incidências a cada
100 mil habitantes permanecem no Setor de Indústria e Abastecimento (907,1), no
Varjão (346,5) e em São Sebastião (119). Os casos no SIA podem estar
relacionados às ocorrências no Centro de Progressão de Pena,
aliado ao fato de ser a região administrativa com a menor população no DF.

Até 23 de julho, foram
notificados 42 surtos isolados de caxumba no DF, distribuídos em trezes
regiões: Plano Piloto (Asa Sul), Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Lago Sul,
Núcleo Bandeirante, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Riacho
Fundo I e Taguatinga. Vinte e quatro ocorreram em escolas, onze em residências,
um em complexos penitenciários e seis em outros locais.
O que fazer para prevenir a
transmissão da caxumba?

A Secretaria de Saúde
alerta para a necessidade de isolamento social dos pacientes de, no mínimo, 10
a 15 dias — contados a partir dos primeiros sinais e dos sintomas da doença.
Como a contaminação ocorre por meio de gotículas de salivas, evite ambientes
aglomerados e fechados e não compartilhe copos e talheres. Também é importante
ingerir líquidos.

Não existe um tratamento
específico para a doença. O combate é feito pela vacinação ainda na
infância. Na rede pública de saúde, a vacina tríplice viral (que protege
contra caxumba, sarampo e rubéola) pode ser aplicada no primeiro ano de vida; a
vacina tetra viral (caxumba, sarampo, rubéola e varicela) é dada a partir dos
15 meses de idade.

Para crianças e adolescentes
de até 19 anos, são duas doses do medicamento e, para pessoas de 20 a 49 anos,
é apenas uma dose da vacina tríplice viral. A prevenção pode ser feita durante
todo o ano nos centros de saúde.

Sintomas da caxumba

Febre, calafrios, dores de
cabeça, musculares — ao mastigar ou engolir — e fraqueza são os sintomas mais comuns da caxumba. A doença também é
caracterizada pelo aumento de glândulas salivares, que fazem o rosto inchar.

A incubação do vírus (período
de contaminação até aparecer os primeiros sintomas) pode variar de 12 a 25
dias. Em média, aparece por volta dos 16 a 18 dias.

*Informações Agência Brasília

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: