Secretária de Educação terá que esclarecer uso de livro do MEC com erros de português

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Secretária de Educação terá que esclarecer uso de livro do MEC com erros de português

Israel Batista: livro amplia “apartheid” social (Foto: Silvio Abdon/CLDF)

A distribuição, por parte do Ministério da Educação (MEC), de livros didáticos com erros de português para a rede pública de ensino de todo o Brasil foi discutida hoje (24) na Comissão de Educação e Saúde (CES) da Câmara Legislativa. Os deputados aprovaram um requerimento de informações para a secretária de Educação, Regina Vinhaes, pedindo esclarecimentos sobre a adoção, ou não, dos livros nas escolas do DF.
O assunto foi apresentado inicialmente pela vice-presidente da comissão, Eliana Pedrosa (DEM), que disse estar preocupada com a possibilidade de “descaracterizar a língua-pátria”: “Há a linguagem popular, que deve ser respeitada, mas não podemos levá-la para o ambiente de ensino e esquecer as regras do idioma”.
A deputada Rejane Pitanga (PT) defendeu o livro do MEC sob a ótica do “saber popular”e destacou que o mesmo tem como destinação a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
“A sociolingüística deve ser tratada em disciplinas como a sociologia, não em aulas de gramática”, defendeu o deputado Prof. Israel Batista (PDT). A obra não será adotada na rede privada de ensino e, na opinião do distrital, “vai aprofundar o apartheid social”.
Leia mais: http://www.cl.df.gov.br/cldf/noticias/professor-israel-critica-liberacao-de-livros-didaticos-com-erros-de-portugues/?searchterm=mec

Denise Caputo – Coordenadoria de Comunicação Social

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