Secretaria de Segurança Pública ganha seu primeiro Observatório

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A informação qualificada é o principal instrumento de gestão para a formulação de políticas públicas. Quando o assunto é segurança, a elaboração de  diagnósticos que expliquem os diferentes fenômenos criminológicos tornam-se ferramentas essenciais para a aplicação de policiamento ostensivo e investigação criminal. 

Difundir conhecimento e debater as diferentes vertentes da segurança pública é o principal alvo do seminário “Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social”, realizado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. O evento teve início nesta quinta-feira,27, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil seccional DF (OAB-DF), na Quadra 515 Norte, entre 8h e 18h.

Com a participação de professores doutores, todos especialistas no tema, e autoridades do Governo do Distrito Federal foram divididos em painéis que explicam e discutem os oito eixos que formam o Programa Ação Pela Vida, além das pesquisas e experiências de outras unidades da federação que já contam com planos de combate à criminalidade em moldes semelhantes ao plano desenvolvido no DF desde 20 de abril deste ano. O evento termina nesta sexta-feira,28, às 18, com um debate sobre a participação social na segurança pública.
O primeiro dia de evento contou com uma palestra de abertura ministrada pelo secretário de segurança pública do DF, Sandro Avelar. A apresentação explicou, em detalhes, como ocorreu a concepção do programa Ação Pela Vida. O chefe da pasta apresentou como a capital da República foi dividida em quatro grandes Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) e como ocorre a aplicação do policiamento tendo como base a integração das quatro forças que formam a espinha dorsal da secretaria de segurança – Polícia Militar, Civil, Corpo de Bombeiros e Detran.
Avelar destacou, ainda, a forma com que os chamados Conselhos Operacionais Regionais (COR) são importantes para o sucesso do programa. “Temos consciência da importância da sociedade civil organizada no andamento do processo. Sabemos que é preciso aproximar o popular do trabalho institucional e além das reuniões do COR definimos para cada região administrativa um Conselho de Segurança Comunitária (Conseg), formado por pessoas da própria comunidade. Ninguém melhor do que o morador da região para saber quais são os principais problemas da localidade”, comentou Sandro Avelar.
O secretário lembrou na palestra que integração é a palavra de ordem na pasta e na aplicação do programa Ação Pela Vida. Além do trabalho desempenhado de forma conjunta entre as quatro forças vamos apresentar todo tipo de diagnóstico para explicar cada fenômeno criminal encontrado no DF. Se uma determinada cidade registra aumento na incidência criminal de roubo a comércios, por exemplo, temos que ter uma resposta imediata para explicar o motivo pelo qual as ocorrências aumentaram e combater essa modalidade”, afirmou.

 Quinta, 27 Setembro 2012 19:36

Observatório vai orientar atuação das forças de segurança

Lançado nno dia (27), ele auxiliará o governo local, pesquisadores e sociedade com  análises científicas baseadas em dados criminais
Mais uma estratégia de enfrentamento à criminalidade integrará as iniciativas do programa Ação pela Vida. Foi lançado nesta quinta-feira (27) o Observatório de Segurança Pública do Distrito Federal, durante o Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social, que começou hoje e segue até amanhã (28), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, seção DF, na 516 Norte.


Os estudos produzidos pelo Observatório servirão de base para a formulação de outras políticas públicas na área da Segurança e no aperfeiçoamento da atuação das polícias. A iniciativa faz parte do programa Ação pela Vida, coordenado pelo governador Agnelo Queiroz.

“Trata-se de uma ferramenta de fundamental importância para que possamos fazer as análises de dados e informações que nos possibilitem identificar as causas da violência que ocorre em vários pontos do Distrito Federal”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar.

O decreto que cria o Observatório já está pronto e será assinado pelo governador em ato solene. A nova ferramenta mobilizará cerca de 20 servidores públicos, somente na Secretaria de Segurança Pública. Desses 20, oito ocuparão cargos criados especificamente para o Observatório. A criação da estrutura é prevista no Plano Estratégico do GDF para o quadriênio 2011-2014.

As secretarias de Governo, da Criança, de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, de Saúde e de Educação, entre outras, colaborarão com os estudos. “A ideia é uma grande soma de esforços para que a gente possa fazer análise científica e, a partir daí, buscar as diversas soluções para a diminuição da criminalidade. O governador, nas reuniões do programa Ação pela Vida, tem conseguido fazer essa integração”, ressaltou Avelar.

A análise científica será feita com base nos dados criminais divulgados pela Segurança Pública e nas informações produzidas por outros órgãos e secretarias do GDF e pelo meio acadêmico. O Observatório apontará, por exemplo, os principais focos de criminalidade em todo Distrito Federal e as razões pelas quais determinados tipos de crimes acontecem mais em regiões específicas.

De acordo com o secretário, os dados servirão ainda para melhorar a atuação das polícias. “Elas serão capacitadas para fazer trabalhos pontuais. Ao tratar cada região de maneira diferenciada, conseguiremos reduzir os índices tanto naquelas localidades quanto em números absolutos”, reforçou o Sandro Avelar.

Seminário – Além do lançamento do Observatório, debates e palestras sobre a divulgação da informação pública de segurança no DF marcaram o primeiro dia do Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública.

Os principais temas abordados foram o Ação pela Vida e a demanda por informações qualificadas; os Observatórios de Segurança Pública de São Paulo, Bahia e Distrito Federal; indicadores de segurança; Sistema Nacional de Informações; e participação social na Segurança Pública.

O objetivo do seminário é reunir os profissionais de Segurança Pública, pesquisadores, acadêmicos, instituições parceiras, órgãos governamentais e sociedade civil organizada para discutir a gestão da informação, a pesquisa científica, a participação social e a transparência na Segurança Pública.

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