Segurança Privada a todo vapor para a Copa das Confederações.

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Sindesp/DF fala da preparação dos vigilantes para o jogo de estreia, em 15 de junho, no Estádio Mané Garrincha, entre as seleções do Brasil e do Japão

Apesar de o Curso de Extensão para Grandes Eventos não ter sido iniciado, Brasília reuniu representações classistas patronal e laboral, em 6 de fevereiro, para concluir o documento oficial a ser encaminhado à FIFA, que aborda questões do treinamento, forma de contratação, benefícios, jornada de trabalho e remuneração dos vigilantes. 


A ideia é que os vigilantes estejam aptos até a primeira semana de junho, onde atuarão no jogo de estreia entre Brasil e Japão, no Estádio Mané Garrincha, em 15 de junho. O treinamento será dado pela Polícia Federal, com duração de 200 horas/aula. Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Distrito Federal (Sindesp/DF), Irenaldo Lima, o setor precisa se adequar ao modelo exigido pela FIFA, não só para os eventos esportivos, mas, principalmente, nas atuações diárias em eventos de pequeno, médio e grande porte.

“Queremos garantir os direitos trabalhistas dos profissionais envolvidos, fazendo com que o novo Estatuto de Segurança não fique só no papel”, justifica Irenaldo.

Além de ampliar o conhecimento dos vigilantes privados, as disciplinas do curso envolvem noções de direitos humanos, técnicas de abordagem, resolução de pequenos conflitos e emergências, e o controle no acesso ao estádio. De acordo com a Polícia Federal, é o mesmo padrão já usado nos campeonatos europeus.

Em andamento – O presidente ainda não informou quantos homens da segurança privada ficarão responsáveis pela segurança interna do Mané Garrincha. Essa dúvida, no entanto, acredita Irenaldo Lima, será respondida em breve. “Jogamos as questões menos trabalhosas à frente para solucionar os pontos mais delicados agora”, esclarece.

Foi com essa preocupação que Irenaldo conseguiu melhorar a segurança privada no DF. Nesses próximos meses, ele participará ativamente de todas as decisões do setor para os grandes eventos nacionais. São exatamente os esforços que o segmento plantou que unirão as seguranças pública e privada, em prol da capital.

Números – Pelo menos cinco mil profissionais da segurança privada devem ser escalados para o esquema de segurança da Copa das Confederações, em junho. No Estádio Mané Garrincha, aproximadamente três mil vigilantes, devidamente cadastrados na Polícia Federal, devem ficar responsáveis pela segurança no complexo interno das arenas (tendas de patrocinadores, área de circulação de pessoas, estacionamentos e catracas).

Há aproximadamente 106 mil vigilantes (entre homens e mulheres) aptos para prestar serviço e 21 mil vigilantes em atuação. São 72 empresas de segurança legalizadas em Brasília, sendo que 29 são associadas ao Sindesp/DF. No Brasil, o efetivo da segurança privada é de 540 mil vigilantes trabalhando em 1.500 empresas autorizadas a funcionar no país. 

 SINDESP/DF 

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