Surge mais um nome na disputa do Governo do DF.

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O ex-governador Joaquim Roriz tem votos e agora, no nanico PRTB, até um partido. Mas um partido que não lhe garante trânsito, acesso a fundo partidário significativo e, em especial, tempo no rádio e na televisão. 

O PSDB brasiliense tem tudo isso, mas não dispõe de um nome testado em eleições majoritárias e disposto a concorrer ao Buriti. Na eleição passada, subiu ao palanque Weslian Roriz, mulher do ex-governador. Foi justamente por esses fatores que despertou tanto impacto a presença da distrital Liliane Roriz no encontro do PSDB local com o senador Aécio Neves, provável presidenciável dos tucanos. 
Não é segredo
Que o PSDB está se preparando para lançar candidato ao governo não é segredo, mas o cabeça da chapa ainda está indefinido. Apesar de estarem cotados a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia e os deputados federais Izalci Lucas e Luiz Pitiman, surge um novo elemento que pode influenciar na composição da chapa: a família Roriz. A presença de Liliane na reunião de lideranças tucanas pode significar proximidade entre as forças políticas e até mesmo indícios de uma futura coligação.

Um consenso
O anúncio oficial do candidato deve ser feito em abril, provavelmente em consenso entre as líderes, uma vez que para o presidente do PSDB-DF, Eduardo Jorge, esse é o melhor método, sem que sejam necessárias as prévias. No entanto, ainda não é oficial a aproximação com Liliane Roriz, apesar de ela ter sido a única figura política com mandato e filiada a outro partido que foi convidada a participar do evento com Aécio.
“Ainda não tem conversas, mas ela é uma pessoa querida. Se alguém te fizer uma visita, isso significa que essa pessoa vai casar com a sua filha?”, despistou Eduardo Jorge.
Saiba mais
Formar um palanque forte para lançar Aécio Neves é um dos principais objetivos do PSDB no DF, o que passa por uma candidatura própria também ao Buriti.
O partido quer tentar reunir várias forças de oposição, como o Democratas, de Alberto Fraga, que se reuniu essa semana com Izalci e Jofran Frejat
Para Roriz ou Liliane, uma parceria com o PSDB poderia aumentar consideravelmente o tempo de televisão, uma das dificuldades que o PRTB teria nas próximas eleições.
Palanque já pensado
A possibilidade de ter Liliane na chapa é bastante concreta para Izalci, que mentaliza esse cenário há mais tempo do que se imagina. “Na última eleição, apoiamos Roriz e estivemos no mesmo palanque da Liliane. Daí fiz uma brincadeira com o Roriz antes mesmo da eleição. Pedi para ele anotar que em 2014 seria Izalci governador e Liliane vice. É uma pessoa com muita capacidade, talvez esteja no DNA. Seria uma ótima vice para nós”, revelou.
A deputada distrital Liliane Roriz admite a proximidade com o presidente regional do PSDB, mas garante que a decisão sobre uma possível composição de chapa com o partido só sairá ano que vem. Além disso, ela reitera que acredita até no fim na candidatura do pai, que pode ter entraves judiciais e de saúde. “Ele me disse que vai ser candidato, então estou acreditando”, avisou. 
Apesar de ser cotada para a candidatura, Maria de Lourdes Abadia já declarou que não pretende voltar ao cargo que exerceu durante o ano de 2006, quando passou de vice de Joaquim Roriz a governadora. 
Prontos para as urnas

Entre Pitiman e Izalci, ninguém se considera nem mesmo pré-candidato, mas ambos se dizem prontos para ir às urnas caso sejam escolhidos pelo partido. O primeiro afirma não ter o projeto de ser governador e diz concordar até em ser coordenador de campanha. “Se o PSDB e a população acharem que poderia ser candidato, posso ser. Não sou pré-candidato”, afirmou Pitiman, que também reconhece a importância de Liliane Roriz dentro da campanha. 

Izalci adota um discurso um pouco mais agressivo, fazendo referência a sua história dentro do PSDB: “Tive mais de 100 mil votos, fui secretário duas vezes e acredito ter experiência e condições de encarar candidatura. O Pitiman chegou agora no PSDB e teve metade dos votos”.



Informou o Jornal de Brasília

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