Todas as fichas na eleição petista.

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O Buriti passou a usar seu peso político na eleição interna do PT que definirá a presidência regional entre a deputada federal Érika  Kokay e o atual ocupante do cargo, o também deputado federal Roberto Policarpo (foto).

Érika, que nunca foi muito próxima do atual governo, tem o apoio da Articulação, historicamente a ala mais forte do PT brasiliense. Policarpo concorre pela Construindo um Novo Brasil, organizada há pouco — igualmente com bênçãos oficiais. A candidata de oposição a Policarpo seria a líder do Governo, Arlete Sampaio. Quando preferiu retirar-se ficou evidente que havia dedo de mais alguém no jogo.

Apelo a quem tem voto interno
Partiu do Buriti um apelo para que o presidente da Câmara, Wasny de Roure, apoie Policarpo. Pessoalmente, Wasny tem poucos votos na convenção petista, mas ele conta com dois aliados com contingentes apreciáveis: os administradores regionais de Samambaia, Risomar Carvalho, e de Santa Maria, o recém-empossado Erivaldo Alves Pereira.
Nada de candidatura própria
Da mesma forma, atribui-se ao Buriti a definição do secretário de Habitação, Geraldo Magela. Ele tem voto. Basta lembrar a eleição em que tirou do bolso do colete a candidatura do quase desconhecido Lenildo Moraes, seu chefe de gabinete. Lenildo por pouco não se elegeu. Forçou um segundo turno, mas desistiu aos 45 do segundo tempo, após uma saraivada de acusações — de ambos os lados — sobre manipulação de votos. Magela tinha um candidato natural, Dirsomar Chaves, mas foi convencido a apoiar Policarpo. 
Só em uma convenção
Os partidários de Policarpo listam ainda outros episódios que mostrariam a inclinação do Buriti. O governador compareceu a apenas uma das convenções internas feitas pelas tendências do PT, justamente a que ainda oscilava entre as duas candidaturas. Também teria convencido o ex-deputado Paulo Tadeu a apoiar Policarpo. E permitiu à Secretaria de Governo pressionar grupos menores. 
  
Pressão por mais apoio
Já o deputado Chico Vigilante, partidário fervoroso de Érika Kokay e antecessor de Policarpo na presidência, minimiza esse apoio. Chega a brincar. Diz que o grupo de Policarpo é que tenta pressionar para que o Buriti entre em campo para valer.

Por Eduardo Brito / Do alto da torre / Jornal de Brasília

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