Três dias após o estupro e assassinato de jovem em Ceilândia, nenhum suspeito foi preso

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Familiares e amigos de Leudiquele Santos da Conceição, 17 anos, retornaram ontem de Bom Jesus da Lapa, a cerca de 700km de Brasília, revoltados com a falta de informação e de ação por parte da polícia brasiliense. Na terça-feira, a balconista foi sepultada na cidade baiana, onde vivem os pais dela. A jovem foi violentada e morta a caminho do trabalho na QNO 20, no Setor O, em Ceilândia. O crime aconteceu por volta das 5h do último domingo. Até hoje, não há suspeitos presos.



Leudiquele se mudou para Brasília há quase dois anos para estudar e trabalhar. Ela dividia uma casa com uma amiga, no mesmo lote em que moravam as tias Joseli e Maria Silveira. “Já fomos à delegacia pedir informações sobre o caso, mas eles não falam nada. Dizem apenas que estão investigando”, reclamou Maria.

Ela participou do enterro da sobrinha no interior baiano. “Estava um clima péssimo. O pai estava em estado de choque, nem sequer disse uma palavra. E a mãe dela estava à base de medicamentos. Uma tristeza total para toda a família”, acrescentou a cozinheira de 35 anos. Mais de 40 pessoas, entre amigos e parentes, deixaram o DF para prestar as últimas homenagens a Kelly, como era carinhosamente conhecida. “Não dá para acreditar que ela se foi. A minha sobrinha era tão alegre. Era amiga de todos nós e, agora, não está conosco. Não dá mais para viver aqui, vou procurar outro lugar para morar. Eu me pego lembrando dela”, lamentou a tia.
Correio Web

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