UnB Ceilândia: a expectativa de mudança para o novo prédio fez parte do reencontro de alunos

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A volta às aulas na UnB Ceilândia teve cerimônia de boas-vindas aos calouros e trote solidário. Os 240 novos alunos foram recepcionados por professores, alunos e técnicos da universidade, no auditório da Escola Técnica de Ceilândia, onde receberam orientações sobre a vida acadêmica e puderam conhecer um pouco mais dos cursos e das oportunidades de ensino, pesquisa e extensão que a UnB oferece.
Do lado de fora, um ônibus do Hemocentro participava do trote solidário. Pela manhã, mais de 30 alunos já haviam se cadastrado para doar sangue e para participar de cadastros de doadores de medula óssea. Todos passaram por triagens para saber se tinham condições de doar. Animada no primeiro dia como aluna universitária, Isabela Dantas não esconde a satisfação por ter dado os primeiros passos rumo ao seu objetivo profissional imediato: tornar-se enfermeira. “Comecei a gostar de Enfermagem quando minha mãe teve problemas de saúde e começamos a conviver com enfermeiros. Admiro muito essa profissão”, afirma. “Espero que a UnB seja tão boa como eu sempre ouvi falar”, diz a caloura.
A expectativa de mudança para o novo prédio também fez parte do reencontro de alunos. A entrega da primeira etapa do campus definitivo está prevista para 20 de abril. A diretora do campus, Diana Lúcia Moura Pinho, está otimista com o andamento das obras. “Estou confiante. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) fez uma pactuação com a empresa responsável pela construção. Já temos equipamentos lá e vamos, ainda esta semana, começar a montagem dos laboratórios”, garante.  No início do mês, a Novacap ameaçou multar a empresa construtora em caso de atraso.
Aluna do 5º semestre de Terapia Ocupacional, Lídia Barros lamenta o atraso nas obras. Segundo ela, a falta de laboratórios adequados é o maior empecilho para o bom andamento de seu curso. “A gente acaba tendo muito aula teórica e pouco contato com a prática”, diz. Coordenador-adjunto dos projetos de implantação de cursos de mestrado e doutorado na FCE, Emerson diz que a entrega dos novos prédios é indispensável para o êxito da pós-graduação, que começa neste ano. “Nosso projeto foi organizado pensando na estrutura nova. Um novo adiamento com certeza pode comprometer”, pondera.
Outra queixa recorrente entre os alunos de Ceilândia é a falta de segurança nos arredores do campus. “Há muita insegurança por aqui. No semestre passado, tentaram arrombar o meu carro, mas não conseguiram”, diz Diogo Santana, estudante do 2º semestre de Farmácia. Menos sorte teve Anne Karolyne de Paula, veterana de Terapia Ocupacional. “Infelizmente roubaram o estepe do meu carro aqui no estacionamento. Acho que deveria ter mais policiamento perto do campus”, reivindica.
A diretora do campus reconhece o problema e diz manter contatos freqüentes com o poder público para solucionar a situação. “Desde o começo do campus, temos solicitado mais vigilância. Todos os semestres, reforçamos os pedidos junto à Secretaria de Segurança”, afirma. Diana Pinho recomenda que os alunos sejam vigilantes com os objetos pessoais e evitem andar sozinhos nas imediações do campus. Ela lembra que a universidade mantém uma equipe de seguranças na entrada da FCE e um veículo para monitorar as áreas próximas. 



Fonte: Agência UNB

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