UPA de Ceilândia é prioridade.

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ronaldo silva
Agnelo garantiu melhorias como a ampliação do pronto-socorro
Fabiana Sampaio
O governador Agnelo Queiroz (PT) visitou, ontem pela manhã, o Hospital Regional da Ceilândia (HRC), e prometeu consertar equipamentos, ampliar o pronto-socorro e finalizar a obra do centro cirúrgico em 10 dias, além de garantir a construção de duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na cidade. 
 A equipe do gabinete de crise do governador Agnelo Queiroz continuou, ontem pela manhã, as visitas aos hospitais da rede pública. Dessa vez, o escolhido foi o HRC. O objetivo é identificar as deficiências e realizar ações emergenciais para resolver os problemas com a saúde do Distrito Federal
 No HRC a situação parecia menos crítica que no Gama. “O mais grave desse hospital, hoje, é a deficiência de recursos humanos. Faltam clínicos e anestesistas. A estrutura e a concepção dele são mais modernas do que as do Gama. É outra realidade”, afirmou o secretário de Saúde, Rafael Aguiar. 
 Segundo o governador, os principais problemas encontrados no Hospital de Ceilândia foram a falta de médicos, a necessidade do término das obras no centro cirúrgico e a urgência para ampliação do pronto-socorro. Agnelo afirmou que as obras emergenciais serão feitas no pronto-socorro, no centro cirúrgico, na UTI e no banco de leite.  
Como medidas emergenciais para solucionar os problemas, o governador também prometeu colocar em funcionamento o mamógrafo e o tomográfico, que estão quebrados desde abril do ano passado; ampliar a UTI de seis leitos para 10 leitos; e construir duas Unidades de Pronto Atendimento. “Vamos dar prioridade para instalar a UPA em Ceilândia. Nós pretendemos fazer duas aqui. Uma delas será de imediato para diminuir os atendimentos no pronto-socorro do HRC”, declarou Agnelo.
 Alguns pacientes que esperavam para ser atendidos reclamavam que não havia médicos no hospital. Agnelo admitiu que há uma carência nítida de profissionais e que o volume de atendimento no HRC é maior do que o Hospital de Base. “Nós vamos fazer um esforço gigantesco nos próximos seis meses para recomposição desse quadro. Vamos requisitar pessoal de outras áreas para poder trabalhar aqui no pronto-socorro. Sobretudo na área clínica, que precisa urgentemente”, informou Agnelo. 
A provável diretora do hospital, que está aguardando a publicação no Diário Oficial para assumir o cargo, a médica Imara Silva de Souza, reafirmou que um dos maiores problemas está na falta de médicos e no centro cirúrgico. “Nós temos falhas na escala de clínica médica e as emergências do centro cirúrgico que não podem esperar remoção estão sendo feitas no centro obstétrico. As que não são urgentes estão sendo encaminhadas para outras unidades da rede”, afirmou a médica. Pela manhã, funcionários do hospital informaram para os pacientes que aguardavam há mais de uma hora que só haveria clínico geral a partir das 13h.
 Agnelo garantiu que as obras do centro cirúrgico devem ser entregues dentro de oito a 10 dias. “Temos que recuperar e integrar rapidamente esse centro cirúrgico para a população”, disse.  
 As verbas para a realização das obras são das Secretarias de Saúde e de Obras. O Ministério da Saúde também vai ceder verbas para a ampliação do hospital. “Essas ações emergenciais como a inauguração da UPA e a contratação de pessoal nós vamos fazer imediatamente com recursos do GDF. Nós pretendemos ampliar o hospital, construir um novo bloco materno infantil, um bloco de ambulatórios e uma nova UTI, com capacidade para até 40 leitos”, concluiu Agnelo. 
  O Hospital de Ceilândia é uma unidade que atende um grande fluxo de pacientes do Entorno, principalmente de Águas Lindas (GO). A média de atendimentos diários é de mil pessoas.

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