Uso de armas não letais.

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A utilização de pistolas que disparam choques elétricos em operações de fiscalização no trânsito será analisada de forma mais ampla, agora na esfera da Secretaria de Segurança Pública do DF.
Não foi definido prazo algum para o início do uso dos equipamentos, adquiridos por meio de um processo iniciado em 2010, ou seja, ainda na gestão anterior.
Se aprovado, depois de minuciosa análise, o que poderá incluir até uma audiência pública, o uso do equipamento somente poderá ser iniciado após regulamentação por meio de projeto de lei na esfera local. O curso estava sendo realizado porque é um procedimento casado com a chegada dos equipamentos.
Tudo que foi realizado até agora está fundamentado em recomendações do Ministério da Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Preisdência da República. A aquisição do equipamento se baseou, entre outros argumentos, no fato de já estarem em operação 11 mil pistolas em órgãos de segurança do país, e faz parte de um programa de substituição de armas letais por não letais, também baseado no que acontece em outros países.
A possível regulamentação do uso dos equipamentos garantirá restrições ao seu uso. Será definido ainda quais órgãos da área de segurança pública poderá utilizá-los.
Especificamente sobre a política de segurança no trânsito, a gestão Agnelo Queiroz está certa de que a maior arma para reduzir os índices de violência nas vias são as campanhas educacionais conscientizando os motoristas no que se refere ao respeito às leis e, principalmente, à vida.

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