Vaga de Benício será ocupada por outro envolvido com falcatruas

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Na vaga de Benício Tavares (PMDB) deverá entrar o primeiro suplente do PMDB, Robério Bandeira de Negreiros Filho. Dono da empresa de segurança Brasfort, ele também responde a processo no TRE-DF por supostamente ter violado o artigo 301 do Código Eleitoral — “usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido, ainda que os fins visados não sejam conseguidos”. Em 2004, Robério chegou a ser preso pela Polícia Federal durante a Operação Sentinela, que investigava quadrilha que fraudava licitações no Tribunal de Contas da União.
Segundo juristas ouvidos pelo blog, a AIJE – Ação de Investigação Judicial Eleitoral – contra Benício Tavares,  objetivou a cassação do diploma do deputado em razão de captação ilegal de votos e coação ocorrida durante a campanha, e teve como conseqüência,  a declaração de inelegibilidade, cassação do registro e do diploma, pois o fato ocorreu durante a campanha, o que significa que os votos obtidos são viciados e portanto, nulos de pleno direito.
Com isso, pode ser  que o relator determine a nulidade dos votos obtidos por Benício, o que diminuirá os votos da legenda do PMDB, e feita a recontagem, o PMDB ficará com um deputado distrital e o PSDB,  com dois. Neste caso, entra o suplente Raimundo Ribeiro (PSDB).

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