Vigilante protesta contra atitude de Renato Rainha (TCDF) e o chama de “moleque”

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O deputado distrital Chico Vigilante (PT)  protestou de forma veemente contra a atitude do conselheiro Renato Rainha, do TCDF, por ter acatado uma representação “sem nenhum fundamento” de um panfleto distribuído pelo gabinete do parlamentar, sob a alegação de que Chico não pode gastar dinheiro com divulgação do mandato.
Chico perguntou aos colegas parlamentares qual deles não fazem boletim para divulgar o mandato. “Acho que todo mundo faz. É a única maneira que a gente tem para divulgar o que estamos fazendo”, disse.

O parlamentar foi duro e disparou a metralhadora. Disse que o conselheiro do  TCDF não está à altura do mandato. “Quem é o senhor Renato Rainha  para vir me retaliar em função da posição corajosa que eu tomei aqui de enfrentá-lo e não permitir que aquele absurdo que era o reajuste dos funcionários, e, por consequência, para os conselheiros, fosse aprovado?”, questionou.
Chico requereu à Mesa a Diretora que faça um levantamento de todas as cópias que estão nos arquivos da Câmara da época que o Renato Rainha era deputado e fazia panfleto para distribuição.
“É coisa de moleque, que eu não aceito. Eu tenho um mandato, eu tenho contas a prestar à sociedade de Brasília. Agora, não aceito que um elemento desses venha acatar uma representação sem nenhum fundamento, porque inclusive já foi descaracterizado pela justiça civil, para vir atacar o mandato, me atacar como se eu fosse um perdulário, um gastador de dinheiro”, protestou.
E ainda afirmou: “É só olhar minhas prestações de conta. Eu nunca gastei todo o dinheiro que eu tenho direito de gastar. Nunca! Vou continuar sem gastar aquilo que eu tenho direito de gastar. Eu gasto de acordo com o que eu acho que tem que ser gasto e presto contas”.
Chico também falou que o conselheiro se associou a outro sujeito que tem ai num determinado jornal, que se esconde das ações que já são movidas contra ele. “Os oficiais de justiça o procuram e ele nunca é encontrado para ser notificado. É um elemento chamado Miro Pedrosa. Por mais que os oficiais de justiça busquem, não o encontram para que ele seja notificado”, esbravejou.
Conforme o deputado, Renato Rainha está mexendo com o que ele não deveria mexer. “Eu dou um boi para não entrar numa briga, mas dou uma boiada para não sair dela”, alertou, afirmando que isso é uma tentativa de cercear o direito de o parlamentar divulgar o mandato
“O único caminho que temos é um panfleto para distribuir dizendo o que está sendo feito, dizendo os projetos que apresentamos, dizendo inclusive que determinadas entidades são contra o projeto que você apresenta. Aí vem dizer que isso é perdulário, é gasto indevido de dinheiro público. Não, não é”, garantiu. “Está nas normas daqui. Estamos fazendo aquilo que as normas determinam”.
O parlamentar se disse indignado com o conteúdo da nota publicada na coluna do jornalista e que está apenas reagindo à altura. “As contas do Tribunal de Contas nunca foram apreciadas. Logo, não foram aprovadas, nem rejeitadas. Vir querer fazer esse tipo de coisa porque nós não permitimos aquele aumento absurdo que eles mentiram aqui quando apresentaram o projeto, nós esmiuçamos, vimos que estavam mentindo, derrubamos e ganhamos no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Ganhamos por 17 votos a 0. Aí, vem agora querer fazer esse tipo de retaliação”, reagiu o deputado.
E mandou um recado direto ao conselheiro: “Renato Rainha, ponha-se no seu lugar. Não venha atacar um parlamentar que tem história, um Parlamentar que tem dignidade, um parlamentar que prefere ficar devendo, pagando juros de banco a buscar caminho fácil. Esse tipo de molecagem, eu não irei aceitar em hipótese nenhuma”, falou.
E cobrou do presidente da CLDF: “Espero, presidente Wasny de Roure, que esta Casa reaja à altura. Um conselheiro do Tribunal de Contas vir dizer que parlamentar não pode divulgar o que faz, quem é ele? Por que não houve o aumento absurdo que queriam, vêm agora quererem me retaliar? Exijo respeito, respeito, e ele terá de me respeitar”.
O conselheiro, argumentou Vigilante, não tem autoridade para questionar gastos dos parlamentares que são feitos dentro das normas. “Aqui, eles são um órgão auxiliar da Câmara Legislativa. Aqui, há uma comissão que analisa todas as notas, analisa os gastos”, informou.

Informações do site Estação da notícia

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