Voto facultativo ganha espaços no Distrito Federal

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Pelo jeito, a tese do voto facultativo acabará majoritária, ao menos na bancada do Distrito Federal. O deputado Augusto Carvalho aderiu ontem à proposta de fim do voto obrigatório, que já tinha entre seus defensores os colegas de bancada José Antônio Reguffe e Geraldo Magela. Para Augusto, hoje no recém-criado Solidariedade, “não é possível que continuemos num País em que as coisas tenham de ser impostas, em que o eleitor precise ser subjugado e obrigado a fazer algo que não está disposto a fazer”.
Rumo ao voto distrital

O que levou Augusto Carvalho a assumir de vez essa posição foi a inclusão do voto facultativo entre as propostas da comissão especial da Câmara que estuda a reforma política. Seu coordenador, Cândido Vaccarezza, colocou em  jogo o fim do voto obrigatório. Augusto defende também outra proposta da comissão, a escolha dos deputados não mais mediante eleições proporcionais, mas pelo critério das macrorregiões eleitorais. Seria, avalia Augusto, uma proposta que “avançaria em direção ao voto distrital, que, hoje, é a característica de várias democracias consolidadas pelo o mundo afora”.
Não dava para ficar
Pelo jeito, não dava mesmo para Augusto permanecer no PPS, em que militou a vida inteira, desde os tempos em que era o PCB, o Partidão. O sistema proporcional é defendido com unhas e dentes pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que vê nele a única garantia de representação das minorias.

Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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