Wellington Luiz está com um pé fora do PPL.

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram


O distrital Wellington Luiz está com um pé fora do PPL. Presidido pelo diretor do Dnit, Marco Antônio Campanella (foto), o PPL está com o outro pé fora de Wellington Luiz. Campanella tem acompanhado as negociações do deputado com  outros partidos e já firmou uma posição. Espera que a saída seja consensual. Ou seja, o PPL nem tentará recuperar o mandato de Wellington na Justiça Eleitoral. De outro lado, espera que o distrital fique na base do governo. 
Convivência difícil

“É, sim, uma questão de convivência difícil”, resume Campanella. Nem se trata da posição de Wellington Luiz no confronto, hoje razoavelmente superado, entre o Buriti e a Polícia Civil. No caso, houve muita irritação do governo com o deputado, inclusive por ter feito críticas em palanque. Mas o partido compreendeu a posição. Ex-presidente do sindicato que representa os policiais, Wellington não poderia ter assumido outra posição. Ainda mais do que isso, chegou-se a uma fórmula que recompôs as relações entre o Buriti e a categoria. O problema é outro
Voto decisivo — para Cristiano e para Wellington
Não só o PPL, mas todo o comando político do governo responsabiliza Wellington pela única derrota sofrida pela base na complicada sucessão da Câmara Legislativa. Apesar das confusões originais entre a emenda da reeleição e a escolha de um nome pelo governador, a base do Buriti ganhou todas. Menos a escolha do presidente da Comissão de Assuntos Fundiários, em que o governo preferia Cláudio Abrantes, mas Cristiano Araújo foi eleito por um voto. O de Wellington Luiz. “Não era uma questão qualquer, mas uma decisão importante para a base”, comenta Campanella. Só para completar: “e importante também para o PPL, pois nós temos lado”.
Ministério Público pode
O PPL pode mesmo deixar de reivindicar o mandato de Wellington Luiz na Justiça Eleitoral. Isso não significa, porém, que ele possa respirar sossegado. O Ministério Público também tem a prerrogativa de mover esse tipo de ação. Em todas as oportunidades, tem usado a prerrogativa.

Eduardo Brito/ Jornal de Brasília

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: